Reflexão é praticamente o meu nome. Não há um dia que eu não reflita sobre algum aspecto, não apenas da minha vida. Mas confesso que com a correria da rotina, tenho deixado um pouco de existir. Não tenho tido tempo o suficiente para analisar as coisas que estão acontecendo na minha vida, ao meu redor.
Essa situação louca me angustia e foi o motivo de eu ter me distanciado um pouco do meu blog. Noites mal dormidas, o pensamento no trabalho, dias e dias trabalhando até tarde. Olheiras cada vez maiores. Essa tem sido minha rotina ultimamente e o único tempo que tenho tido para refletir é dirigindo, no caminho para mais um dia de labuta. E nesse curto tempo, entre algumas fechadas de motoristas de ônibus ou homens estressados ao volante, venho iniciando mais um tempo de reflexões.
Um tanto introspectiva estou, acompanhando a tendência do tempo. Sim, por mais que você não siga nada sobre o tempo e a relação deste com o nosso comportamento, é meio que natural nos sentirmos mais introspectivos nessa época do ano. Frio, manhãs um tanto cinzas e geladas convidam a nossa alma a uma instrospecção. A estarmos mais a sós com o nosso "eu interior", mesmo sendo a nossa maior vontade estar nos braços de uma pessoa amada para nos confortar e nos aquecer.
E nessa instrospecção, venho analisando constantemente o meu passado e as situações difíceis pelas quais passei. Por mais que as pessoas falem que passado é passado e que devemos nos preocupar apenas com o "hoje", foi no passado que plantamos todas as sementinhas que germinaram e fizeram brotar o presente. Por isso, a importância de reconhecermos nossos erros e saber quais atitudes que devemos tomar hoje para que o nosso amanhã seja do jeito que idealizamos. Sim, concordo que na teoria mais lembra uma fórmula matemática de que 1+1=2. Porém, eu, mais do que ninguém desse mundo, sabe quão complexa é essa tal equação: atitudes do passado = presente e atitudes do presente = futuro.
E, cá entre nós, não encontrei ainda ninguém que tenha acertado a receita do bolo, a formulinha ultra secreta da felicidade. Mas, refletir sobre nossas atitudes no passado, creio eu, é um passinho diante do longo caminho que temos pela frente na busca incansável pela nossa 'vida ideal'.
É tão engraçado como, ao longo dos anos, perdemos nosso poder de sonhar. Parece que cada desejo e cada sonho imaginados na infância e adolescência vão sendo deixados - aos pouquinhos - em nossa caminhada. Vamos, a cada esquina, deixando-os para trás e substituindo-os por preocupações.
Vamos minando a nossa mente criativa, que, com medo de nos decepcionar e cansada de ir contra as ordens constantens vindas dos nossos pensamentos mais negativos, vai deixando de existir. É como se a nossa criatividade fosse sendo também esquecida, juntamente com a nossa alegria que tínhamos na infância, quando apenas o movimentar das mãos sob um raio de sol era o suficiente para alegrar o nosso dia. Em menos de alguns segundos, com os nossos dedos "transformados pelas nossas mentes" em bocas de jacarés, pintinhos, deixamos a nossa imaginação voar. E voar tão alto que além do pequeno jacaré, já imaginamos o seu mais potente inimigo: o homem caçador, prestes a dar um bote em sua presa.
E assim, ao passar dos anos, o homem caçador, o jacaré e sua bocona também vão sumindo e colocados em um lugarzinho da nossa mente chamado de "baú". Aquela caixa imensa, onde deixamos para trás todas as nossas lembranças sendo empoeiradas. Mas, ainda ao nosso alcance, para a qualquer momento de nostalgia podermos abri-la novamente e relembrar com carinho o nosso passado.
Mas e se pudessemos manter em nossa mente um espaço para a criatividade e a imaginação? E se fosse um espaço bem maior do que o que reservamos para as chateações, insatisfações e angústias? Será que a nossa mente, livre e solta para sonhar, não poderia ser o nosso meio de resolver o "lado de lá do cérebro", onde se acumulam as coisas negativas?
Posto uma apresentação linda, que recebi por e-mail e que me fez refletir sobre tantas coisas... e espero que cada frase exibida nos slides possa também levá-lo a olhar para o seu próprio `lar`. Ou seria a sua própria `casa`? Pense nisso.
Ontem um querido amigo me mostrou um vídeo sobre uma história (pasmem!) verídica: um casal, que tinha tudo para ser feliz, com casamento marcado. Porém, um pouco antes do dia tão sonhado, o destino resolveu mudar o rumo da felicidade: a noiva sofreu um acidente de carro e entrou em coma.
Mesmo os médicos falando que ela não sairia daquela situação, o noivo não desistiu do seu amor e da sua fé. Não deixou de acreditar que ela acordaria.. e acordou. Mesmo a medicina falando que ela não mais andaria, hoje ela dá alguns passos. Com dificuldades, ela conta com a ajuda do noivo, que em momento algum a abandonou, pelo contrário. Esteve sempre ao seu lado e está até hoje, confiante de que ela voltará a se movimentar e a ter uma vida normal, como a que tinham antes do acidente.
Seu nome é Chris Medina e sua noiva, Juliana. Ele participou recentemente do programa American Idol e não foi apenas sua voz que surpreendeu os jurados (Jennifer Lopez e Steven Tyler), mas principalmente sua história. E se você se emocionar ao ver os vídeos que postei abaixo, deixe a emoção falar mais alto, porque é impossível não chorar.
E eu diria que esse amor - que vem do fundo da alma, até mesmo de outras vidas - é o verdadeiro sentimento que chamamos de amor incondicional. É lindo e muito difícil de existir hoje em dia. Mas capaz de superar qualquer situação, simplesmente porque transcende qualquer dor, qualquer sofrimento. Vem de uma esfera que não conhecemos, de um plano tão mais superior que chega a ser um sentimento tão divino que foge da nossa singela compreensão...
Falar sobre o casamento do príncipe William com Kate Middleton pode parecer um clichê, uma vez que toda a mídia não fala de outra coisa a não ser da união da realeza britânica.
Porém, eu não poderia deixar de comentar sobre uma das coisas que mais me chamou a atenção nesse "evento" pomposo: o verdadeiro sentimento de amor entre eles. Você deve estar pensando: óh, que coisa mais piegas ou típica de adolescentes que acreditam em contos de fadas.
Mas, se analisarmos o comportamento de ambos, é notório que o amor é recíproco e, o mais bonito de tudo isso: aparentemente sem interesses materiais por trás de toda essa união (digo aparentemente porque também não posso ter certeza dos sentimentos e pensamentos do casal). E é uma sintonia que, com certeza, dificilmente se observa nos casamentos que acontecem hoje em dia. E não estou falando de uniões pomposas como a da família britânica, não. Basta olharmos a realidade à nossa volta para percebermos o quanto é difícil vermos trocas de olhares apaixonados entre os casais ou mesmo uma relação bacana, que mostre o quanto ambos têm afinidades, tornando-os, de fato, um casal.
E o mais curioso é que hoje em dia, ouço pessoas dizendo que estão em busca de um amor verdadeiro, apaixonado, de almas gêmeas - se é que elas existem. Mas, as mesmas que desabafam sobre as dificuldades de tal busca, são as que mais agem de forma contraditória. Permanecem em relacionamentos sem futuro, onde até mesmo o respeito já se esvaiu; acabam traindo seus companheiros (as), não demonstram nem carinho com o parceiro que a relação vira quase que uma guerra incessante dos sexos.
E ver tudo isso é, na minha opinião, algo muito triste . É como se as pessoas não acreditassem mais no amor verdadeiro e não dessem a mínima importância aos seus mais puros e íntimos sentimentos de querer amar e ser amado. É por isso que o casamento do príncipe Willian deveria servir de exemplo para todos de que o amor verdadeiro existe, sem dúvidas. Mas, antes de mais nada, precisamos acreditar. Acreditar que pessoas de valores ainda existem e também estão em busca de uma companhia séria e bacana. E, principalmente, acreditar que contos de fadas podem acontecer com a gente também, desde que nossos corações estejam abertos e receptivos ao amor.
Muitas vezes o processo de atingir os nossos objetivos é árduo. O caminho é longo, a subida é cansativa, desanimadora. Como se estivéssemos uma vida inteira nessa jornada e não conseguíssimos nem ter uma vaga vista do topo. Muitas vezes, é necessário descansarmos um tempinho durante a caminhada. Nos sentarmos, respirarmos um ar mais fresco, bebermos água e nos alimentarmos para termos força para continuar a "subida". Muitas vezes, a nossa maior vontade é descer tudo de novo e voltar ao ponto de onde saímos. E, quando o nosso maior desejo é voltar atrás, sempre surgem pessoas em nossos caminhos que nos puxam e nos dão coragem para continuarmos a jornada. Nos dão o empurrãozinho que faltava para seguirmos adiante com os nossos sonhos.. e, quando menos percebemos, lá estamos no topo, observando a maravilhosa paisagem que a natureza nos prestigia.
A música The Climb, de Miley Cyrus, fala exatamente sobre essa questão: a escalada da nossa vida.
Recebi esta apresentação e posto para que possam refletir sobre suas vidas e para que deixem ir embora as dores do passado.